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| Foto: Reprodução |
O Governo Federal divulgou, nesta terça-feira (7), por meio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), uma nota de repúdio à participação do senador Flávio Bolsonaro em uma audiência realizada nos Estados Unidos para discutir o chamado "tarifaço". No comunicado, o governo afirma que "convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à pátria".
Segundo a nota, Flávio Bolsonaro teria legitimado a adoção das tarifas impostas a produtos brasileiros, em vez de atuar para impedir a medida. O governo também afirma que o senador "optou por sugerir apenas o adiamento" da implementação das tarifas, classificando a postura como um movimento de "claro objetivo eleitoreiro".
"O senador não negou que a campanha promovida por sua família e seus aliados esteve na origem do tarifaço contra o Brasil. Tampouco aproveitou a audiência de hoje para reconhecer que errou ao contrariar os interesses do povo brasileiro", diz um trecho da nota.
O governo também criticou as declarações de Flávio Bolsonaro sobre o Banco Master. De acordo com a nota, o senador deixou de mencionar a ligação da família Bolsonaro com o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco.
Além disso, a Secom afirmou que Flávio Bolsonaro tentou "subordinar o sistema de pagamentos Pix aos interesses norte-americanos".
A nota foi divulgada após a participação do senador em uma audiência nos Estados Unidos sobre as tarifas impostas a produtos brasileiros.
Fonte: Varela Net
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Política
