Solidariedade da Sorte


A ex-miss Ucrânia, Anastasiia Lenna, surgiu com arma na mão e convocou os civis para resistência, através de seu perfil no Instagram. Na imagem, a moça segura uma metralhadora. A ex-miss também publicou, nesta segunda-feira (28), um vídeo em que na legenda ela afirma que não é militar, mas sim "apenas uma humana que tinha uma vida normal até quarta-feira (24)", que foi quando a Rússia iniciou os ataques.

"Treinando. Os invasores morrerão em nosso país. Esperem e verão o que acontecerá", afirmou Anastasia em uma publicação.

Em outra, a modelo conta que qualquer um pode se juntar as forças ucranianas no combate. "Qualquer um que deseja se juntar às forças de segurança, da Europa ou do mundo, pode vir e resistir lado a lado com os ucranianos contra os invasores do século 21. Pergunte a sua embaixada. Venha e lute conosco!", diz.

Essa não é a primeira vez que Anastassia surge armada em fotos. A jovem tem o hábito de compartilhar imagens com armas de airsoft, além de postar vídeos treinando.

Entenda o conflito
O conflito na Ucrânia pela Rússia teve início nesta quinta-feira, 24, após o presidente russo Vladimir Putin autorizar a entrada de tropas militares no país do leste europeu. A invasão culminou em ataques por ar, mar e terra, com diversas cidades bombardeadas, inclusive a capital Kiev, que já deixou mais de 198 mortos e mais de 1.115 feridos. Essa é a maior operação militar dentro de um país europeu desde a Segunda Guerra Mundial.

A ofensiva provocou clamor internacional, com reuniões de emergência previstas em vários países, e pronunciamentos de diversos líderes espalhados pelo mundo condenando o ataque russo à Ucrânia. Em razão da invasão, países como Estados Unidos, Reino Unido e o bloco da União Europeia anunciaram sanções econômicas contra a Rússia.

A invasão ocorreu dois dias após o governo russo reconhecer a independência de dois territórios separatistas no leste da Ucrânia - as províncias de Donetsk e Luhansk. Com os ataques, Putin pretende alcançar uma desmilitarização e a eliminação dos "nazistas", segundo o presidente russo.
Outros motivos de Putin pela invasão na Ucrânia se dão pela aproximação do país com o Ocidente, com a possibilidade do país do leste europeu fazer parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar internacional, e da União Europeia, além da ambição de expandir o território russo para aumentar o poder de influência na região.
Fonte: O Dia



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