Solidariedade da Sorte

Da esquerda para a direita: O secretário nacional de Geologia, Mineração e transformação Mineral, Pedro Paulo Dias, o vice-presidente Brasil & Argentina da Yamana Gold e o Jornalista do Correio da Bahia, Donaldson Gomes. 

Na última sexta-feira, dia 10/12, a CBPM organizou um encontro que contou com a participação de importantes órgãos e empresas para discutir o futuro da mineração na Bahia, estado que saiu da 6ª posição para a 3ª posição de maior produtor mineral do país, ficando atrás apenas do Pará e de Minas Gerais, respectivamente.

Dentre os estados brasileiros, a Bahia foi o que mais investiu em pesquisa mineral entre os anos de 2017 e 2020. Durante este período, foram aplicados R$ 1,4 bilhão na busca por novas áreas com potencial para a mineração. Apenas no ano passado, foram investidos R$ 600 milhões em áreas com potencial de produção. Estes números facilmente explicam o desenvolvimento que vem sendo alcançado pela atividade no estado.

Dentre as empresas que participaram, a Yamana Gold representada por seu vice-presidente de operações do Brasil e Argentina, Sandro Magalhães, que colocou em pauta relevantes temas como a importância da Bahia se manter como um estado “amigável” à Mineração, para continuar atraindo investimentos para o estado e também sobre a atuação competente dos órgãos reguladores, fiscalizadores e correlatos às atividades do setor. Adicionalmente, também comentou sobre a grande atuação da mineração como fonte geradora de emprego e renda, com ações eficazes voltadas às questões socioeconômicas e da manutenção de operações sustentáveis.

Também estiveram presentes no evento o vice-governador do estado, João Leão, o secretário nacional de Geologia, Mineração e transformação Mineral, Pedro Paulo Dias e o presidente do Instituto Brasileiro da Mineração (IBRAM), Flávio Penido, que juntamente ao presidente da CBPPM, Antonio Carlos Tramm, organizador do evento, reafirmaram o compromisso de todos em manter a Mineração baiana como uma grande alavanca de desenvolvimento para o estado. Ele citou a grande importância socioeconômica da Mineração no estado, Como exemplos, ele citou receitas pagas pelo setor mineral para alguns municípios. No caso de Jacobina, são R$ 23 milhões, em Juazeiro R$ 16 milhões, enquanto Caetité e Jaguarari contam com R$ 15 milhões gerados pela atividade.

Tramm destacou ainda que as mineradoras baianas estão de parabéns e ressalta que é importante reconhecer as empresas e pessoas que contribuem para o desenvolvimento no estado, sobretudo na área social. Dentro deste contexto, comentou sobre a entrega do Prêmio CBPM deste ano, concedido à Yamana Gold, como empresa de mineração, e ao vice-presidente da empresa no Brasil e Argentina, Sandro Magalhães, como personalidade. O processo de escolha se deu por voto popular. A entrega do prêmio está prevista para a próxima sexta-feira (17). “A nossa empresa sempre esteve atenta as questões socioambientais. Estas questões estão incluídas no nosso modelo de negócio e apoiar as comunidades as quais estamos inseridos é um valor para nós. Neste sentido, contamos sempre com o apoio de importantes aliados nesta missão, como o poder público, os voluntários, empresas parceiras e a impressa Jacobina”, comenta Magalhães.

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