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         Foto: Reprodução/Pixabay

A capital baiana é a 3ª do país com o maior percentual de adolescentes de 13 a 17 anos que já iniciaram a vida sexual. O dado foi revelado pela Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019 divulgada nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados mostram que em Salvador 4 em cada 10 adolescentes que frequentam a escola admitiram que já tiveram relações sexuais. A cidade fica atrás apenas de Macapá (capital do Amapá) e seus 44,8% e Manaus (capital do Amazonas) com 43,2%. A capital baiana fica empatada com Rio Branco, no Acre com 39,9%.

De acordo com os dados levantados pelo IBGE, Salvador segue a tendência do estado e o percentual de adolescentes que já haviam tido alguma relação sexual era maior entre os meninos (45,7%) do que entre as meninas (34,4%).

A tendência se mantém também em relação a diferença entre os estudantes da rede pública e privada. No estado entre os alunos da faixa etária pesquisada da rede pública 36,3% já tiveram alguma relação sexual, enquanto na rede privada o índice foi de 25,1%. Em Salvador o percentual ficou em 44,3% nas escolas públicas frente a 28,3% nas particulares.

A pesquisa identificou que em Salvador a iniciação sexual antes dos 13 anos era um pouco menos comum do que no estado como um todo. Os dados mostraram que o índice desse indicador no estado é maior que no país .Na capital baiana, 36,3% dos adolescentes que já haviam feito sexo alguma vez revelaram que aconteceu antes dos 13 anos, sendo 46,2% entre os rapazes e 23,8% entre as moças.

Os dados sobre o uso de preservativo mostraram que em Salvador 42,8% dos adolescentes não utilizou proteção na primeira relação sexual. O percentual aumentou quando a pergunta foi sobre a relação sexual mais recente, em que 43,4% informaram que não usaram camisinha.

GRAVIDEZ

Salvador tinha, em 2019, o maior percentual entre as capitais de adolescentes mulheres que já havia engravidado: 13% das que já haviam tido relação sexual. Assim como no estado em geral, havia uma desigualdade muito grande entre alunas da rede pública (onde 15,7% já haviam engravidado) e privada (2,2%).

Fonte: Bahia Notícias

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