Solidariedade da Sorte


            Por: Arquivo pessoal Por: Redação BNews

O Instituto do Coração (Incor) deu alta na noite da última segunda-feira (20), a Henrique Batista do Nascimento, depois de seis meses internado. Após ter sido diagnosticado com Covid, aos 31 anos e sem comorbidades, Henrique teve que ser intubado, passou quatro meses em terapia ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea) e recebeu um novo pulmão.

Segundo reportagem do G1, o transplante duplo - do pulmão completo - é o último recurso para pacientes que já tiveram o pulmão completamente comprometido pela Covid. O primeiro deste tipo do mundo aconteceu em abril deste ano, no Japão.

Três procedimentos deste tipo foram realizados no InCor, mas só Henrique sobreviveu. "Sem o transplante, ele morreria. O pulmão ficou completamente fibrosado. Fica impossível respirar com esse pulmão", disse o fisioterapeuta respiratório Fábio Rodrigues ao G1.

De acordo com o profissional, a reabilitação leva de três a seis meses, e o acompanhamento médico é para o resto da vida. "Esse período de internação me fez enxergar a vida com mais leveza, mais pé no freio, sabe? Pra mim, ficar esse tempo longe da minha família (esposa e filho) me fez ter forças pra lutar a luta que fosse e foi o que aconteceu", afirmou o analista.

Internado no Hospital das Clínicas em 18 de março, Henrique precisou ser intubado em 1º de abril. Por conta do agravamento do quadro foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do InCor no dia 13 de abril, onde iniciou o tratamento com ECMO, a oxigenação artificial. O analista de sistemas ficou com o aparelho até 20 de agosto, quando recebeu um novo pulmão.

Fonte: BNews

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