Solidariedade da Sorte

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O pai do tenente Mateus Grec, morto em uma operação policial no bairro de Cosme de Farias, em Salvador, fez um desabafo, nesta segunda-feira (13/9) durante o enterro do filho. Ao ser entrevistado pela reportagem da TV Aratu ele atribuiu a morte do filho à falta de armamento qualificado para o enfrentamento à criminalidade.

Para ele, as “armas obsoletas” utilizadas pela polícia baiana teriam sido crucial na morte do policial. “Meu filho não é um caso isolado, é apenas mais um filho de um homem como eu, que enterra seu próprio filho tentando cumprir seu dever”, criticou.

Ele lembrou a situação encontrada pelo filho, neste domingo (12/9), e comentou sobre uma desproporcionalidade. “Nesse dia, ele saiu com cerca de 10 policiais e foi surpreendido com homens armados com fuzis, enquanto a PM trabalha com uma ponto 40. A dele era uma glock. […] Meu filho foi o primeiro policial a apreender um fuzil na Rondesp. Ele tinha orgulho de ser policial. Dizia que se morresse e voltasse, voltaria como PM. Era muito bem visto por todos os colegas. O comandante dele me abraçou e disse que meu filho era querido", destacou.

RUI COSTA CITA GOVERNO FEDERAL
Mais cedo, durante entrevista a uma emissora de rádio de salvador, na manhã desta segunda-feira (13/9), o governador Rui Costa atribuiu a violência no estado ao sistema brasileiro, que facilita a saída de criminosos da cadeia após a prisão. Além disso, o gestor citou o projeto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que favorece o porte de armas no país.

"Acho que o sistema brasileiro é falho e contribui para a insegurança do país Se você conversar com um policial, qualquer um, vai ouvir quantas vezes ele prende o mesmo bandido, que menos de uma semana, às vezes na audiência de custódia, já está solto. A atual Presidência também ajuda com esse cenário, permitindo o acesso às armas", disse o petista.
Fonte: Aratu On

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