Solidariedade da Sorte

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Protestos contra o governo do presidente Jair Bolsonaro foram registrados neste sábado (24) em todas as capitais brasileiras e em cidades do interior. Manifestantes pediram o impeachment do presidente e defenderam a vacinação contra a Covid-19.

A maioria dos protestos aconteceu de maneira pacífica, mas houve confronto entre manifestantes e policiais militares já perto da dispersão em São Paulo, onde ocorreu a maior manifestação.

Bolsonaro, que sempre enfrentou resistência de alas progressistas, viu sua popularidade cair no decorrer do último ano. O mais recente levantamento do Instituto Datafolha, divulgado no dia 8 de julho, mostrou que a reprovação de seu governo subiu de 45% para 51% -- é a maior desde o início do mandato, em janeiro de 2019.

O mandatário também é criticado pela forma com que o governo federal vem lidando com a pandemia de Covid-19, que culminou na morte de mais de 549 mil brasileiros até o momento.

Desde o final de abril, quando iniciou os trabalhos, a CPI da Pandemia partiu da premissa de apurar as ações e omissões do governo no combate à Covid-19 para uma série de novas frentes de investigação. As novas suspeitas incluem possíveis irregularidades na compra de vacinas e a denúncia de um suposto crime de prevaricação pelo presidente.

Os protestos deste sábado aconteceram três semanas após as últimas manifestações contra Bolsonaro. Esta foi a quarta vez em que ocorreram protestos coordenados contra o governo federal em várias cidades brasileiras.

Os organizadores dizem ter registrado um aumento no número de atos nos estados após a ameaça do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, de que não haverá eleições caso o voto impresso não seja adotado no país. A ameaça foi publicada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmada pela CNN.

A decisão do presidente de entregar o comando da Casa Civil para o senador Ciro Nogueira (PP-PI), principal expoente do Centrão, também impulsionou o movimento, segundo a organização.

Ao todo, os organizadores contabilizaram 426 eventos marcados em todo o país. O recorde, até agora, foi no dia 19 de junho, com 457 atos registrados.
Fonte: CNN Brasil

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