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           Foto: Pedro Moraes/GOVBA

Em abril de 2021, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, recuou 12,4% frente ao mês imediatamente anterior, após recuar 8,9% em março. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou queda de 10,0%. No primeiro quadrimestre do ano, a indústria registrou retração de 16,3%, em relação ao mesmo período anterior.

O indicador, no acumulado dos últimos 12 meses, apresentou declínio de 9,8% frente ao mesmo período anterior. As informações, divulgadas nesta quarta-feira (9), fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

No confronto de abril de 2021 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou queda de 10,0%. Apesar da retração, 7 das 12 atividades pesquisadas tiveram aumento de produção, com destaque para os segmentos de Produtos químicos (36,4%) influenciada, principalmente, pela maior fabricação de princípios ativos para herbicidas, etileno não saturado e acrilonitrila.

Outros setores que apresentaram resultados positivos foram: Borracha e material plástico (225,3%), Couro, artigos para viagem e calçados (164,6%), Extrativa mineral (27,4%), Bebidas (102,4%), Minerais não metálicos (28,8%), Celulose, papel e produtos de papel (2,6%) e Veículos (1,2%).

O setor de Derivados de petróleo (-63,3%) apresentou a principal contribuição negativa no período, explicada, especialmente, pela menor fabricação de óleos combustíveis, óleo diesel e naftas para petroquímica. Outros resultados negativos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (-25,6%), Alimentos (-3,1%) e Equipamentos de informática e produtos eletrônicos (-12,7%).

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 16,3%. Positivamente, destacou-se o segmento Produtos químicos (16,8%), impulsionado, em grande parte, pela maior fabricação de princípios ativos para herbicidas, propeno não-saturado e acrilonitrila.

Vale citar ainda, o crescimento em Borracha e material plástico (26,2%), Couro, artigos para viagem e calçados (32,0%), Extrativa mineral (9,6%), Celulose, papel e produtos de papel (5,0%), Produtos de minerais não-metálicos (8,2%) e Bebidas (10,3%). Cinco dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado, com destaque para Derivados de petróleo, que registrou queda de 33,1%, impulsionado, em grande parte, pela menor fabricação de óleos combustíveis, óleo diesel e naftas para petroquímica. Veículos (-95,0%), Metalurgia (-9,8%), Alimentos (-4,3%) e Equipamentos de informática e produtos eletrônicos (-4,8%) também apresentaram resultados negativos.

No acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana foi de -9,8%. Destacaram-se, positivamente, Produtos químicos (11,2%), Celulose, papel e produtos de papel (4,7%), Bebidas (11,0%), Borracha e material plástico (3,4%) e Minerais não metálicos (4,4%).

Seis dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado no período, com destaque para Veículos, que teve queda de 58,5%. Derivados de petróleo (-7,7%), Metalurgia (-24,8%), Produtos alimentícios (-1,5%), Couro, artigos para viagem e calçados (-4,0%) e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-19,9%) também apresentaram resultados negativos.

Fonte: Bahia. Ba

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