Solidariedade da Sorte

                                                              Foto: Divulgação / Juceb

A Bahia registrou mais aberturas do que fechamentos de empresas em 2021, mesmo diante da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Conforme levantamento da Junta Comercial da Bahia (Juceb), o estado teve 8.774 empresas abertas nos três primeiros meses do ano, enquanto 5.769 foram extintas no mesmo período, representando um saldo positivo de 3.005 pessoas jurídicas.

O setor de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas foi o mais movimentado nesse sentido, liderando tanto a abertura quanto o fechamento de empresas no período. Foram 3.502 pessoas jurídicas abertas e 2.831 fechadas no estado até o último dia 31 de março.

A presidente da Juceb, Andréa Mendonça, comemorou os números e os creditou às ações de sua gestão à frente do órgão, que é ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do estado.

"Graças às ações que implementamos, conseguimos, nos últimos dois anos, além de economizar recursos públicos, ampliar a arrecadação e promover um ambiente que apostou na desburocratização, simplificação e automação de processos para facilitar surgimento de novas empresas e atrair investimentos. E deu muito certo, ajudando o estado a enfrentar essa crise", disse Andréa.

Na avaliação da Juceb, a digitalização e automação de processos foram fundamentais para os bons resultados durante a pandemia da Covid-19, com criação de novas empresas. Em janeiro de 2019, a Juceb registrou 160 processos desse tipo, número que saltou para 5,2 mil em dezembro do ano passado.

"Adotamos uma política de eliminar o papel e estamos ampliando essa ação para o interior do estado. Também fizemos crescer o número de deferimentos automáticos de constituição de empresas em 2020, ampliando de 44 em janeiro daquele ano para 210 em dezembro", afirmou a presidente.

Entretanto, os resultados positivos não significam que a Covid-19 não influenciou negativamente no processo. Para Andréa Mendonça, os resultados só não foram melhores por conta dos efeitos provocados pela pandemia.

"Deixamos de implantar alguns projetos, como a Juceb Itinerante e restauração de livros históricos, mas, com parcerias, promovemos outros avanços, como a ampliação da Rede Nacional de Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios [Redesim] e a valorização do nosso quadro técnica", analisou.


Fonte: Bahia Notícias

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