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          Foto: Júnior Improta / Ag. Haack / Bahia Notícias

A prefeitura de Salvador chegou estender por mais 12 meses o contrato para a locação de banheiros químicos “para o carnaval, eventos e festas populares”, de acordo com publicação divulgada na edição da última quarta-feira (20) do Diário Oficial do Município (DOM). No entanto, nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Ordem Pública (Semop) tornou sem efeito o quarto aditivo de contrato.

Segundo a publicação, o vínculo seria de R$ 19.666.400, com início no dia 14 deste mês, com a empresa BF Serviços Ambientais Eireli. O vínculo foi assinado pela nova titular da pasta, Marise Chastinet.

Vale destacar que o serviço não incluiria somente a locação para eventos festivos, mas também para “manutenção de sanitários públicos fixos, dependentes da rede de água, esgotamento sanitário e de energia elétrica, instalados e a serem instalados em logradouros públicos” da capital baiana.

Ao Bahia Notícias, a assessoria de imprensa da Semop indicou que a publicação no diário oficial foi tornada sem efeito por conta de um erro técnico na publicação. A pasta ainda informou que a secretária irá revisar o vínculo para que o vínculo seja novamente assinado. Portanto, mesmo sem a realização de festividades em Salvador por conta da pandemia da Covid-19, a prefeitura deve manter o contrato de locação para eventos deste tipo, conforme objeto especificado pela própria gestão municipal no resumo do aditivo contratual posteriormente tornado sem efeito.

VAI TER CARNAVAL?
A festa momesca deste ano foi adiada na capital baiana ainda na gestão do ex-prefeito ACM Neto (DEM). Neste ano, Bruno Reis (DEM), no entanto, sugeriu que o evento poderia acontecer, de forma reduzida, no mês de julho, em conjunto com cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, que possuem gestores aliados políticos – Bruno Covas (PSDB) e Eduardo Paes (DEM).

Contudo, nesta quinta, o prefeito do Rio descartou carnaval na cidade em julho, em meio à segunda onda do coronavírus no país. O BN tentou contato com Bruno Reis para saber qual vai ser o posicionamento de Salvador, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

TRÊS ANOS DE VÍNCULO
O contrato entre o município e a empresa responsável pelos banheiros químicos foi fechado no dia 27 de outubro de 2017, com valor de R$ 20.429.788. Em dezembro de 2018, um aditivo de dois anos foi fechado pelo valor de R$ 39.332.800, e firmado até o dia 12 deste ano. Desta forma, até o momento, a BF Serviços Ambientais embolsou R$ 59.762.588, segundo as somas disponibilizadas pelo portal da transparência do município.

Fonte: Bahia Notícias

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