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O treinador Luiz Carlos Ferreira, conhecido como "Rei do Acesso", morreu, aos 71 anos, na noite de domingo (13), em sua casa em Leme (SP), em decorrência de um câncer, conforme informou a AFI.

Há dois anos, ele havia se submetido a uma cirurgia, mas a doença retornou.

Tendo iniciado a carreira esportiva como jogador de futsal, em São José do Rio Preto (SP), onde nasceu, ingressou no futebol como preparador físico, atuando na comissão do técnico Cláudio Garcia, nos anos 70.

Tornou-se treinador a partir dos anos 80, quando, como conhecedor do estilo jogado no Interior, comandou equipes como o Guaratinguetá, Taubaté, Rio Branco, Ponte Preta, Comercial, Corinthians de Presidente Prudente, Matonense, São Caetano, Santo André, XV de Piracicaba, Marília, Guarani, União de Araras, Paulista, Inter de Limeira, Lemense e Juventus. Em boa parte delas conseguiu o acesso destes times para divisões superiores.

Seu sucesso em São Paulo o credenciou a treinar equipes de outros estados como o Figueirense (SC), Maringá (PR), Brasiliense (DF), Clube do Remo (PA) e o Sport (PE).

Infelizmente, o racismo voltou a entrar em campo neste último final de semana. Neymar, grande craque brasileiro dos últimos anos, se envolveu em uma confusão no clássico entre Paris Saint-Germain e Olympique de Marselha. O jogador, expulso após dar um tapa no rosto do espanhol Álvaro González, disse que o rival o chamou de macaco em duas oportunidades no campo. Por mais triste que seja, situações como essa acontecem com cada vez mais frequência, e já atingiram Mario Balotelli, Taison, Dentinho e tantos outros jogadores que já sofreram com gritos preconceituosos vindo das arquibancadas, ou até dentro de campo. 

Fonte: R7

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