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Professores do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) do município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador, alegam ter sido surpreendidos com uma nota de rodapé no último contracheque, em 1º de junho, que informava a suspensão do contrato e consequentemente dos salários dos profissionais. 

“Servidor (a) em razão da queda de arrecadação, bem como medidas necessárias ao enfrentamento à Covid-19, e ainda com o intuito de garantir a manutenção dos empregos, fica o presente contrato suspenso a partir de 01.06.2020 até o retorno das aulas”, informa a observação no contra cheque de uma professora que enviou uma cópia ao Bahia Notícias.

De acordo com os educadores, os profissionais tomaram conhecimento sobre a suspensão dos contratos apenas pela observação no contracheque. Eles afirmam que não houve nenhuma sinalização da gestão municipal antes.

Outra professora afetada pela medida, Vilma Santana disse que a equipe da prefeitura bloqueou ela nas redes sociais, diante dos protestos feitos para receber respostas sobre a suspensão dos contratos profissionais. “Não houve nenhum diálogo. Protestamos e não houve nenhum diálogo. Não recebemos [o contracheque]. Ama colega conseguiu tirar o contra cheque pela internet, pois a prefeitura não está atendendo”, relatou, em entrevista ao BN.

Vilma adiantou que os professores do município solicitaram apoio ao Sindicato dos Trabalhadores em Regime Especial de Direito Administrativo (SindReda). “Estamos tentando um diálogo com o prefeito [Dinha Tolentino (MDB)]. Já solicitamos apoio do SindReda e buscamos o Ministério Público em Simões Filho, mas encontra-se fechado”, concluiu.

A reportagem do BN não conseguiu contato com a prefeitura de Simões Filho até a publicação desta matéria para prestar esclarecimentos sobre o assunto.

Fonte: Bahia Notícias 

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