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O senador Flávio Bolsonaro e seu irmão Carlos Bolsonaro, ambos do Republicanos, pagaram uma dívida de R$ 31 mil em dinheiro vivo a uma corretora de valores feita após investimentos na Bolsa. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

De acordo com a publicação, o repasse aconteceu em 2009 no período em que o Ministério Público do Rio de Janeiro investiga a suposta “rachadinha” do gabinete de Flávio, na época em que era deputado pelo Estado.

O uso de dinheiro em espécie é uma das evidências apontadas pelo MP-RJ sobre a existência da “rachadinha” no antigo gabinete do senador na Assembleia Legislativa. Segundo os promotores do Gaecc (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção), o operador do esquema era o policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio e amigo do presidente Jair Bolsonaro há mais de 30 anos.

Em nota conjunta, os irmãos afirmaram que não há nenhuma irregularidade no pagamento. “Não houve qualquer irregularidade na forma de pagamento à corretora, tanto que os irmãos Carlos e Flávio Bolsonaro declararam à Justiça todas as informações necessárias para que pudessem receber reparação. Eles agiram com total transparência, como consta no processo”, diz o comunicado.

Fonte: Varela Notícias

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