Justiça concede liberdade a mulher que trabalhava no presídio e foi presa com drogas - AUGUSTO URGENTE- JACOBINA BAHIA

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Justiça concede liberdade a mulher que trabalhava no presídio e foi presa com drogas

Justiça concede liberdade a mulher que trabalhava no presídio e foi presa com drogas

A juíza Sebastiana Costa Bonfim e Silva da comarca de Santo Estevão, concedeu na quinta-feira (4), durante audiência de custódia, a soltura de Carolinny Campos Cequeira. Ela era funcionária de uma empresa terceirizada que presta serviços de alimentação ao Conjunto Penal de Feira de Santana e foi presa na última terça-feira (2), em Santo Estevão, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas realizada pela Polícia Federal e Polícia Militar.

Carolinny foi presa em uma residência e local foram apreendidos 146 kg de maconha prensada, oito munições intactas e um veículo modelo SW4 Branca de placa PKQ-3919.

Márcio Gonçalves, advogado constituído pela defesa de Carolinny, informou ao Acorda Cidade que ela teve a liberdade concedida pela justiça porque não foram encontrados indícios de que ela tenha envolvimento com o tráfico de drogas. Ele informou que o alvo da operação era um ex-companheiro de Carolinny que havia deixado um carro com todo o material apreendido sem que ela tivesse conhecimento.

“Nós fizemos o requerimento de relaxamento da prisão por excesso da situação criminal que ela se encontrava. A polícia invadiu a casa dela sem qualquer tipo de mandado e a juíza reconheceu e relaxou a prisão da mesma. Foi o ex-companheiro dela que deixou o carro lá e ela não tinha conhecimento nenhum da situação, foi surpreendida com a chegada dos policiais”, disse.

Ao Acorda Cidade o advogado relatou também que Carolinny trabalhava há três anos na cozinha do presídio das 18h às 6h e só tinha contato com policiais e agentes de presídio. Segundo Márcio, ela não tem envolvimento com o tráfico de drogas e nunca apresentou nenhum tipo de conduta errada. “Infelizmente ela estava com a pessoa errada na hora errada”, finalizou.

Com informações do repórter Aldo Matos do Acorda Cidade.

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