“Agora eu vou matar o pessoal da minha sala”, pensou atirador de Goiânia

sábado, 21 de outubro de 2017


O depoimento do adolescente que abriu fogo numa escola em Goiânia revela um planejamento dos atos e um desejo de matar os colegas de sala de aula, inspirado nos massacres de Columbine, nos Estados Unidos, e do Realengo, no Rio.

O jovem de 14 anos fez buscas no Youtube sobre os dois massacres, meses antes. Naquele momento, segundo o depoimento à Polícia Civil, ele já havia pensado:

— Agora eu vou matar o pessoal da minha sala.

O atirador tinha um alvo específico, João Pedro Calembo, de 13 anos. O agressor disse que se incomodava com um suposto bulliyng por parte do colega. Calembo morreu dentro da sala de aula. Também morreu João Vitor Gomes, de 13 anos. Ele teria sido alvejado a esmo, assim como outras quatro vítimas que ficaram feridas.

— Ele me amolava muito — disse o adolescente no depoimento sobre Calembo.

Depois de disparar contra o desafeto, o adolescente passou a atirar em toda a sala de aula.

— Agora eu vou matar todo mundo — teria dito.

Após os disparos, os alunos correram para o corredor. O adolescente recarregou a arma, um revólver .40, e seguiu ao corredor, quando foi convencido pela coordenadora a desistir de mais disparos. A arma é de uso da mãe, sargento da Polícia Militar (PM) de Goiás. O pai é major da PM. O revólver tem o símbolo da polícia.
Fonte: O Globo.

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