Oitava vítima de ataque terrorista em Londres é encontrada no rio Tâmisa

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que uma terceira vítima francesa foi identificada entre os mortos no ataque ocorrido na noite de sábado (3) na capital do Reino Unido. Com isso, subiu para oito o número de mortos no atentado. Em Paris, Macron disse que a França foi informada da notícia na manhã desta quarta-feira (7). Ele não nomeou a terceira vítima, mas disse também que outros oito cidadãos franceses foram feridos nos ataques. "Estamos pagando um alto preço nesses ataques", lamentou.

Mais cedo, foi divulgada a informação de que a polícia do Reino Unido havia recuperado um corpo no rio Tâmisa. A Polícia Metropolitana informou que o corpo foi encontrado na terça-feira (6), em uma área abaixo da London Bridge, um dos locais atacados. Pessoas próximas a Xavier Thomas foram informados sobre o fato. Caso confirmada a identidade, Thomas é a oitava pessoa a ser morta no ataque. Há pouco, a polícia do Reino Unido confirmou que o número de mortos subiu para oito. Quase 50 pessoas ficaram feridas.

Thomas, de 45 anos, andava com sua namorada pela ponte quando o ataque começou, na noite de sábado. A polícia disse anteriormente que segundo testemunhas Thomas pode ter sido lançado no rio. A namorada dele foi atropelada por uma van no ataque e ficou gravemente ferida.
O príncipe Harry elogiou os australianos que vivem em Londres, após ser confirmado que dois deles foram mortos nos ataques a facadas e com a van no fim de semana. Autoridades disseram que a enfermeira australiana Kirsty Boden tentava ajudar outras pessoas quando foi morta. O príncipe está em Sydney para evento nesta quarta-feira.O ministro de Interior da Espanha, Juan Ignacio Zoido, pediu nesta quarta-feira que as autoridades britânicas acelerem a identificação dos mortos e feridos, para evitar mais sofrimento para os parentes que buscam um economista espanhol de 39 anos. Ignacio Echeverría, que trabalhava na capital britânica como analista de riscos financeiros para o HSBC, foi visto pela última vez deitado sobre o chão perto da London Bridge, após confrontar os autores do ataque com um skate. "Especialmente durante um ataque terrorista, as vítimas e seus parentes precisam ser bem confortadas", comentou o ministro espanhol.

Parentes da australiana Sara Zelenak confirmaram que ela também foi morta nos ataques em Londres. Aos 21 anos, ela trabalhava como babá na cidade e havia sido descrita como desaparecida após os ataques da noite do sábado.

Já a mãe italiana de um dos autores do ataque na London Bridge afirmou que a ação do filho dela foi "horrível" e que ela trabalhará para educar os jovens sobre o verdadeiro significado do Islã. Valeria Collina, muçulmana convertida, disse a repórteres na quarta-feira que ela disse a autoridades aeroportuárias italianas para prender o filho dela, Youssef Zagba, após ele ser parado em 15 de março do ano passado a caminho da Turquia com a passagem apenas de ida. "Foi uma coisa horrível, algo que não deveria ocorrer. Isso não deveria ter ocorrido e não deve acontecer de novo."

O chefe da polícia italiana, Franco Gabrielli, afirmou que sua força tem "os documentos e a consciência limpa" sobre o episódio de 2016. Zagba, um italiano-marroquino, foi um dos três extremistas islâmicos que realizaram o ataque do sábado.
Correio 

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