Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank acusam advogada de calote de R$ 180 mil

sábado, 3 de junho de 2017

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank acusam advogada de calote de R$ 180 mil
Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank foram à polícia para dar queixa da advogada Isabela Brito, acusada de ter desaparecido com R$ 180 mil, referentes à compra de um imóvel adquirido por meio de um leilão. De acordo com informações da revista Veja, Isabela era a intermediária no negócio, mas após receber a quantia, desapareceu. Ainda segundo a publicação, a polícia investiga a acusada por crime de estelionato. A advogada, por sua vez, alega que o dinheiro não era para a compra de imóvel, mas sim para o pagamento de seus honorários por serviços prestados anteriormente ao casal. 

No registro de ocorrência, feito em janeiro na 16ª Delegacia de Polícia, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, os artistas afirmam que uma parte do pagamento foi feito em um cheque de R$ 10 mil, assinado por Giovanna em 2010 e a outra, por transferência bancária. Uma cópia do cheque chegou a ser anexada ao inquérito. Em depoimento, Giovana afirmou que a ideia de investir na compra de imóvel em leilão veio da própria advogada, e que o casal acreditou cegamente na proposta, porque Isabela era namorada de um amigo de infância de Gagliasso, o personal trainer Francisco Salgado. Ainda segundo a depoente, a ideia era arrematar o imóvel por um preço baixo e revende-lo, sendo um percentual do lucro repassado para a advogada, que prometeu um retorno do investimento em seis meses. Giovana conta que na época Isabela explicou que a transferência deveria ser feita em seu nome, para que não fosse cobrada uma taxa de serviço do escritório em que ela tinha sociedade com o advogado Fabio Siston. Ele por sua vez, afirmou que desconhece a história e que nunca esteve com o casal.

De acordo com informações da Veja, os atores mantiveram contato com a acusada por e-mail, durante sete anos, mas ela sempre dava justificativas jurídicas e apontava obstáculos. Com o tempo perdido sem resolver a pendência, eles acionaram uma outra advogada, Mariana Zonenschein. “Isabela me confirmou que o imóvel seria arrematado, mas disse que o processo estava emperrado por um embargo. Quando eu pedi o número deste embargo, ela sumiu. Aí procuramos a polícia”, contou Mariana, acrescentando que a versão apresentada por Isabela à polícia não se sustenta. “Ninguém paga uma quantia tão vultuosa de honorários sem haver um contrato. E neste caso não há”, concluiu. A pena prevista para a acusada é de até cinco anos de prisão. BN

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