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Polícia da Malásia prende mulher acusada de matar irmão do ditador da Coréia do Norte

A polícia da Malásia anunciou nesta quarta-feira (15) ter detido uma mulher suspeita de ter participado do assassinato do meio-irmão do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-um, segundo a agência de notícias Reuters. A suspeita, que portava um passaporte vietnamita, foi detida no aeroporto internacional de Kuala Lumpur, declarou o chefe da polícia daquele país do sudeste asiático, Khalid Abu Bakar, de acordo com a France Presse.

Mais cedo, a imagem de uma das duas mulheres suspeitas de assassinar o norte-coreano foi apresentada à imprensa, segundo a Efe. As câmeras de segurança do Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur mostram uma mulher com feições asiáticas, pele clara e cabelo comprido que vestia uma camisa branca e uma saia azul, antes de entrar em um táxi.

Segundo as autoridades, a mulher da foto é uma das duas que teriam atacado a vítima na saída do aeroporto, pulverizando em seu rosto um produto químico, embora alguns veículos de imprensa afirmaram que lhe injetaram um veneno. O homem que foi morto foi identificado como Kim Chol, mas seria, na verdade, Kim Jong-nam, irmão mais velho de Kim Jong-un. Porém, fontes confirmaram o parentesco da vítima com o líder norte-coreano à imprensa.
Kim Jong-nam, de 45 anos, chegou a ser considerado favorito para substituir a seu pai até cair em desgraça. Desde então, acredita-se que residia principalmente entre Hong Kong, Macau e Pequim, sem ocupar nenhum cargo oficial no regime norte-coreano. O primogênito do antigo ditador perdeu definitivamente a preferência do pai quando, em 2001, foi detido em um aeroporto de Tóquio com um passaporte dominicano falso que pretendia usar para entrar no Japão e supostamente visitar o parque Disneylândia.

Kim Jong-nam, de 45 anos, chegou a ser considerado favorito para substituir a seu pai até cair em desgraça. Desde então, acredita-se que residia principalmente entre Hong Kong, Macau e Pequim, sem ocupar nenhum cargo oficial no regime norte-coreano. O primogênito do antigo ditador perdeu definitivamente a preferência do pai quando, em 2001, foi detido em um aeroporto de Tóquio com um passaporte dominicano falso que pretendia usar para entrar no Japão e supostamente visitar o parque Disneylândia. CDP
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