Médica de Sírio-Libanês compartilhou dados sigilosos do diagnóstico de Marisa em Whatsapp

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Uma médica do Hospital Sírio-Libanês está sendo acusada de compartilhar com terceiros informações sigilosas do estado de saúde da ex-primeira-dama Marisa Letícia. A médica reumatologista Gabriela Munhoz, haveria enviado mensagens a um grupo de Whatsapp com os colegas de faculdade confirmando o diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico há dez dias, quando ela estava prestes a ser levada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 
 
O grupo é dos formandos em medicina de 2009 na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e acabou se espalhando em outros grupos. O boletim médico divulgado horas depois faz referência à hemorragia, mas não dava informações sobre a gravidade do caso. O hospital informou ter uma "política rígida relacionada à privacidade de pacientes" e repudiou a quebra de sigilo. De acordo com O Globo, o Sírio-Libanês afirmou, ainda, que já tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica.
Com informações de O Globo.

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