Juiz volta a negar novo juri à "Viúva da Mega Sena" e prisão pode ser decretada

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Uma nova decisão do juiz Pedro Amorim Gotlib Pilderwasser, da 2ª Vara de Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio, voltou a colocar a viúva da Mega-Sena, a ex-cabeleireira Adriana Ferreira Almeida, perto de voltar à prisão. Condenada a pena de 20 anos por envolvimento na morte do marido, Renné Senna, que ganhou prêmio de R$ 52 milhões em 2005, o magistrado não aceitou o pedido do advogado de Adriana, Jackson Rodrigues, para que ela fosse submetida a novo júri popular.
Pilderwasser alerta na decisão que, se não houver novo recurso, expedirá o mandado de prisão. Adriana ganhou o direito de recorrer da sentença em liberdade dado pelo mesmo juiz porque sempre se apresentou à Justiça e tem endereço fixo. Ela deixou a Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na véspera de Natal, duas semanas após a condenação.

O grande embate jurídico entre o juiz e o advogado de Adriana é o de que ela não pode ser submetida a novo júri porque essa possibilidade foi extinta em 2008. Porém, o advogado sustenta que, como o crime ocorreu em 2007, é possível pleitear por novo julgamento porque a pena atingiu 20 anos.

Além da liberdade de Adriana, estão em jogo a bolada de R$ 120 milhões (valor atual da fortuna de Renné), retidos em uma conta na Caixa Econômica Federal, e reivindicada pela filha dele, Renata Senna. Amputado das duas pernas por sequelas de uma diabete mal cuidada, ele deixou de ser lavrador e vendedor de doces em Rio Bonito ao fazer uma aposta de R$ 1 e ser sorteado. *Informações do jornal O Dia

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