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Cantora morta no mês de janeiro ainda não foi enterrada por falta de material no IML do Rio

A falta de material no Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense da Polícia Civil do Rio de Janeiro tem dificultado a liberação de corpos que necessitam ser identificados por meio de exame de DNA para emissão de certidões de óbito. Entre os afetados pelo problema está a família da cantora Loalwa Braz Vieira, de 63 anos, que foi encontrada morta em 19 de janeiro. O corpo permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Araruama, na Região dos Lagos, porque até agora não foi identificado. Ela morreu depois de ser agredida, e o corpo foi encontrado carbonizado dentro do carro.

O irmão da cantora, Walter Loalwa Vieira, informou que a liberação e a concessão do atestado de óbito não podem ocorrer sem um exame de DNA, que será feito no instituto, ainda sem previsão de data. Segundo Vieira, apesar de o corpo ter sido encontrado há 21 dias, somente quinta-feira passada o IML de Araruama encaminhou ao instituto uma amostra de material genético de Loalwa. Walter Vieira afirmou que o Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense já tem também o material genético do filho da cantora para fazer a comparação. O Dia
Cantora morta no mês de janeiro ainda não foi enterrada por falta de material no IML do Rio Cantora morta no mês de janeiro ainda não foi enterrada por falta de material no IML do Rio Reviewed by Augusto Urgente on 6:00 PM Rating: 5