Cantora morta no mês de janeiro ainda não foi enterrada por falta de material no IML do Rio

sábado, 11 de fevereiro de 2017

A falta de material no Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense da Polícia Civil do Rio de Janeiro tem dificultado a liberação de corpos que necessitam ser identificados por meio de exame de DNA para emissão de certidões de óbito. Entre os afetados pelo problema está a família da cantora Loalwa Braz Vieira, de 63 anos, que foi encontrada morta em 19 de janeiro. O corpo permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Araruama, na Região dos Lagos, porque até agora não foi identificado. Ela morreu depois de ser agredida, e o corpo foi encontrado carbonizado dentro do carro.

O irmão da cantora, Walter Loalwa Vieira, informou que a liberação e a concessão do atestado de óbito não podem ocorrer sem um exame de DNA, que será feito no instituto, ainda sem previsão de data. Segundo Vieira, apesar de o corpo ter sido encontrado há 21 dias, somente quinta-feira passada o IML de Araruama encaminhou ao instituto uma amostra de material genético de Loalwa. Walter Vieira afirmou que o Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense já tem também o material genético do filho da cantora para fazer a comparação. O Dia

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