Menino de 7 anos morre após pais rezarem ao invés de levá-lo ao hospital

sábado, 7 de janeiro de 2017

Menino de 7 anos morre após pais rezarem ao invés de levá-lo ao hospitalUm menino de 7 anos morreu de pancreatite após seus pais rezarem pela sua cura ao invés de leva-lo a um médico. De acordo com O Globo, os pais Timothy e Sarah Johnson foram indiciados por negligência pela promotoria pública de Minnesota, nos EUA, depois que Seth sofreu sepse em decorrência da infecção aguda no pâncreas. A Justiça aponta que os pais chegaram a deixar a criança sob os cuidados do irmão de 16 anos para irem a um casamento no fim de semana. Ao voltarem da festa, eles perceberam que o filho estava em uma situação crítica, mas apenas oraram e o colocaram para dormir. Timothy e Sarah só chamaram a polícia no dia seguinte, após encontrarem Seth inconsciente e coberto de vômito. O promotor do condado de Hennepin, Mike Freeman, criticou a postura dos pais. “Não podemos compreender como um pai deixaria um filho de 7 anos muito doente aos cuidados de um adolescente de 16 anos para que pudesse sair no fim de semana. Nem podemos compreender como os pais se recusaram a voltar para casa no domingo de manhã para cuidar de seu filho doente quando eles foram avisados de sua condição grave. Também é difícil compreender por que os pais não chamaram uma ambulância no domingo à noite para obter imediatamente ajuda médica quando finalmente chegaram em casa”, lamentou, em entrevista ao jornal americano Independent. O casal adotou Seth quando ele tinha 4 anos e desde então o educava em casa. Segundo a investigação, o casal contou que o comportamento do menino mudou nas semanas que antecederam sua morte, em março de 2016. Ele teria parado de dormir, levava duas horas para fazer as refeições e teria se jogado das escadas algumas vezes. Além disso, ele desenvolveu bolhas nas pernas e lesões nos calcanhares. Os pais alegaram que não procuraram um hospital porque “tinham problemas com médicos” e que, ao invés disso, eles mesmos o diagnosticaram com transtorno de estresse pós-traumático e lesão cerebral traumática. A polícia acredita que as feridas que surgiram na criança foram tratadas com pomada antibiótica e mel medicinal.
Informações do O Globo

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